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Home Filosofia

Aristóteles e a polarização no Brasil, além de Lula e Bolsonaro

O Brasil se divide entre direita e esquerda, e a vida vira torcida. Aristóteles entra em cena para lembrar que política é cuidado com a vida em comum. Um convite para sair do ringue e voltar ao bem comum.

Rafael Gama Por Rafael Gama
dezembro 13, 2025
em Filosofia
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Aristóteles e a polarização no Brasil, além de Lula e Bolsonaro

Tópicos deste artigo:

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  • Pontos mais importantes, para ler em 1 minuto
  • Por que juntar Aristóteles com Lula x Bolsonaro
  • Quem foi Aristóteles, e por que ele ainda importa
  • Fundamentos da política em Aristóteles
    • A cidade é natural, e não um contrato frio
    • O ser humano é um “animal cívico”, porque fala de justo e injusto
    • A finalidade da cidade é viver bem, e isso é diferente de “viver junto”
    • Lei, paixões e a tentação de “governar no grito”
    • Democracia não é só “maioria manda”
  • Polarização política no Brasil, o que ela faz com a nossa cabeça
    • O ambiente de conflito vira o normal
    • Redes sociais, desinformação e disputa permanente
    • Lula x Bolsonaro como símbolos, e o risco de reduzir o país a dois nomes
  • Lula x Bolsonaro visto com lentes aristotélicas
    • 1) Política como bem comum, não como culto ao líder
    • 2) Política como conversa sobre justiça, não como briga de torcida
    • 3) Lei e instituições como freio para a paixão
    • 4) Entender regimes pelo objetivo, e não pela propaganda
  • Então política não é ser de esquerda ou direita?
  • Como sair da polarização sem virar “isentão”, um caminho prático
    • 1) Troque o “time” por critérios
    • 2) Pratique a política no nível do cotidiano
    • 3) Discuta justiça com linguagem humana
    • 4) Defenda regras do jogo, mesmo quando doer
  • 12 perguntas aristotélicas para ler notícias sem virar refém de ódio
  • Finalizando mais um artigo: Política como cuidado da casa comum
  • Citações e referências usadas para este artigo:

Pontos mais importantes, para ler em 1 minuto

  • Para Aristóteles, a cidade existe para “viver bem”, não apenas para sobreviver ou fazer negócios. DHnet

  • Política, nessa visão, é o trabalho de organizar a vida comum com justiça, virtude e bem comum. DHnet

  • O ser humano é naturalmente voltado à vida comunitária, e a linguagem serve para discutir justo e injusto. DHnet

  • A lei deve governar, porque a paixão distorce o julgamento, e a política vira briga. DHnet

  • Democracia não é só “maioria manda”, o critério é quem governa e para quê. DHnet

  • No Brasil, pesquisas indicam percepção forte de conflitos entre grupos, especialmente por linhas partidárias, o que alimenta a lógica de inimigos. Pew Research Center

Por que juntar Aristóteles com Lula x Bolsonaro

Quando a conversa pública vira “meu lado contra o seu”, a palavra política passa a soar como guerra permanente. No Brasil, a polarização entre esquerda e direita, muitas vezes representada pela disputa simbólica Lula x Bolsonaro, tende a transformar a vida coletiva em um jogo de identidade, onde o objetivo é vencer o outro, e não construir algo em comum.

Aristóteles ajuda porque ele parte de uma pergunta mais profunda, para que existe a comunidade política, e qual é a finalidade de governar. Ao trazer esse olhar, não se trata de negar diferenças ideológicas, nem de fingir que conflitos não existem. Trata-se de lembrar que política não pode ser reduzida a “ser a favor de um ou de outro”. Política é, antes, a arte de organizar a casa comum, com regras, instituições, participação, prudência e busca do bem comum.

Quem foi Aristóteles, e por que ele ainda importa

Aristóteles foi um filósofo grego do século IV a.C., aluno de Platão, e um dos pensadores que mais influenciaram a forma como o Ocidente entende ética, política, ciência e educação. No livro A Política, ele não escreve como um comentarista de redes sociais, mas como alguém que observa regimes, compara formas de governo, e tenta responder como uma comunidade pode viver bem.

O ponto decisivo é este, para Aristóteles, política e ética andam juntas. Se a vida em sociedade existe para “viver bem”, então governar não é apenas administrar recursos, é orientar a comunidade para uma vida mais justa, mais virtuosa, mais estável, mais humana. DHnet

Fundamentos da política em Aristóteles

A cidade é natural, e não um contrato frio

Aristóteles descreve a origem da comunidade como um crescimento orgânico, da casa para a aldeia, da aldeia para a cidade. E ele afirma que a cidade se organiza não só para conservar a existência, mas para buscar bem-estar. DHnet

Ele chega a dizer que é “evidente” que a cidade está na natureza e que o ser humano é naturalmente feito para a sociedade política. DHnet

O que isso significa em português bem direto. Não dá para separar “minha vida” de “vida coletiva” como se fossem mundos independentes. Mesmo quando alguém diz “não ligo para política”, essa pessoa continua vivendo sob decisões políticas, como leis, impostos, serviços públicos, segurança, educação, saúde, trabalho, direitos, deveres.

O ser humano é um “animal cívico”, porque fala de justo e injusto

No trecho clássico, Aristóteles explica que a natureza deu ao ser humano o dom da palavra, não apenas para expressar prazer e dor, mas para comunicar “o bem e o mal, o justo e o injusto”. DHnet

Esse detalhe muda tudo. Política não é só gestão, é debate público sobre justiça. Quando uma sociedade perde a capacidade de conversar sobre o que é justo, e passa apenas a atacar pessoas, a política vira espetáculo, e a comunidade adoece.

Referência usada aqui, A Política, p. 10, no trecho “O Homem, Animal Cívico”, na edição em PDF disponível no DHnet. DHnet

A finalidade da cidade é viver bem, e isso é diferente de “viver junto”

Talvez o ponto mais importante para o Brasil polarizado esteja aqui. Aristóteles diz que a cidade não é apenas uma comunidade de lugar, nem foi instituída simplesmente para defesa contra injustiças ou para comércio. E então afirma que a cidade é uma sociedade “para viver bem”, e que o fim da sociedade civil é viver bem, e que as instituições são meios para isso. DHnet

Ou seja, política não é uma guerra para controlar o Estado, é uma construção para tornar a vida comum mais digna, mais segura, mais justa, mais estável.

Referência usada aqui, A Política, p. 39, no trecho “A Cidade é uma sociedade… para viver bem”, e “O fim da sociedade civil é, portanto, viver bem”. DHnet

Lei, paixões e a tentação de “governar no grito”

Aristóteles é realista. Ele sabe que governantes são humanos e humanos têm paixões. Por isso ele defende a centralidade da lei, e faz uma observação dura sobre como ódio e favor distorcem decisões. Ele diz que querer que o comando pertença ao espírito e às leis é diferente de entregá-lo ao homem tomado por paixões, e que a lei é o “espírito” desembaraçado de paixão. DHnet

Em tempos de polarização, isso é quase um diagnóstico. Quanto mais a política vira raiva, mais as pessoas querem “resolver tudo” na base do ataque, do cancelamento, da humilhação. Aristóteles diria que esse caminho é curto, instável, e abre espaço para injustiças.

Referência usada aqui, A Política, p. 104, no trecho sobre lei e paixão. DHnet

Democracia não é só “maioria manda”

Outro ponto que ajuda o debate atual, Aristóteles alerta que não se deve definir democracia como regime em que a maioria domina, porque em qualquer lugar há uma maioria numérica. Ele propõe olhar para quem governa e com qual critério, e diferencia democracia e oligarquia a partir de “homens livres” versus “ricos”, como princípio de organização do poder. DHnet

Isso não significa que ele esteja “contra democracia”. Significa que ele quer precisão. Se o debate brasileiro se limita a “o povo decidiu, cala a boca”, ou ao contrário, “o povo é ignorante, tem que ser tutelado”, ambos os lados empobrecem a discussão. Aristóteles chama atenção para a qualidade do regime, suas finalidades e suas distorções.

Referência usada aqui, A Política, p. 81 e p. 82, no trecho “Não se deve definir simplesmente a democracia…”. DHnet

Polarização política no Brasil, o que ela faz com a nossa cabeça

O ambiente de conflito vira o normal

Pesquisas recentes registram que brasileiros percebem conflitos fortes entre grupos sociais, e apontam conflitos especialmente intensos entre apoiadores de diferentes partidos, além de outras divisões sociais. Pew Research Center

Esse tipo de percepção altera o comportamento coletivo. Quando a pessoa sente que “o outro lado” é uma ameaça existencial, ela deixa de ouvir, abandona nuances, e passa a aceitar qualquer coisa que ajude seu grupo a vencer.

Redes sociais, desinformação e disputa permanente

Relatórios e análises de organizações acadêmicas e centros de pesquisa no Brasil vêm destacando como o debate público digital se tornou um espaço de disputa intensa, com problemas de desinformação e polarização em temas relevantes, inclusive fora de ano eleitoral. Mídia e Democracia

Aqui vale uma ideia simples. Polarização não é só ter opiniões diferentes. É quando opiniões diferentes viram identidades rígidas, e a relação com o outro vira hostilidade. A pessoa não debate mais ideias, ela combate pessoas.

Lula x Bolsonaro como símbolos, e o risco de reduzir o país a dois nomes

Pesquisas também mostram que avaliações sobre Lula e Bolsonaro variam fortemente por posicionamento ideológico, o que indica que para muita gente esses nomes já funcionam como marcadores identitários. Pew Research Center

E quando tudo se reduz a dois polos, a pergunta “o que é melhor para o Brasil” perde espaço para “quem vai humilhar quem”, “quem vai lacrar”, “quem vai destruir o outro”.

Lula x Bolsonaro visto com lentes aristotélicas

A ideia aqui não é colocar Aristóteles para escolher candidato, isso seria forçar o filósofo a entrar numa briga que não é a dele. A proposta é usar os critérios dele para melhorar a conversa.

1) Política como bem comum, não como culto ao líder

Se a finalidade da cidade é viver bem, então o centro do debate deveria ser políticas públicas, instituições, efeitos reais na vida das pessoas, e não adoração ou demonização de indivíduos. DHnet

Na prática, o que muda quando você troca o foco do líder para o bem comum.

  • Você cobra propostas concretas, em vez de frases de efeito.

  • Você avalia resultados e consequências, em vez de slogans.

  • Você exige regras do jogo, em vez de exceções para “o meu lado”.

2) Política como conversa sobre justiça, não como briga de torcida

Aristóteles liga a política à capacidade de falar sobre justo e injusto, útil e nocivo. DHnet

Numa polarização intensa, o debate costuma virar “quem é o mal absoluto”, e isso impede qualquer conversa racional. Quando a pessoa só grita, ela não delibera. Quando ela não delibera, ela não governa bem nem escolhe bem.

3) Lei e instituições como freio para a paixão

O trecho sobre lei e paixão parece escrito para o presente. Aristóteles alerta que a paixão torna os homens irracionais, e que a lei é um princípio menos sujeito a esse tipo de cegueira. DHnet

Em termos brasileiros, isso vale para qualquer governo, de qualquer partido.

  • Se você relativiza a lei quando “seu lado” está no poder, você abre precedente para o abuso do outro lado depois.

  • Se você defende atalhos autoritários para resolver conflitos, você transforma a política em vingança.

  • Se você trata instituições como inimigas sempre que elas contrariam seu grupo, você ajuda a corroer a estabilidade do país.

4) Entender regimes pelo objetivo, e não pela propaganda

Aristóteles insiste que não basta olhar quem é maioria, é preciso entender quem governa e com qual finalidade. DHnet

No Brasil, isso pode virar uma pergunta simples, que serve tanto para direita quanto para esquerda.

  • Esta proposta aumenta liberdade real e dignidade humana, ou só aumenta poder para poucos.

  • Esta política fortalece instituições e direitos, ou cria dependência e medo.

  • Esta decisão favorece a vida comum, ou só alimenta ressentimento e revanche.

Então política não é ser de esquerda ou direita?

É possível ser de esquerda ou de direita e ainda assim fazer política com seriedade. O problema é quando “ser de esquerda ou de direita” vira a definição total de política, como se todo o resto fosse irrelevante.

Aristóteles nos puxa para um nível anterior. Antes de rótulos, vem a pergunta do fim. Para quê governar. Para quê conviver. Para quê leis. Para quê instituições. Sem isso, esquerda e direita viram apenas bandeiras, e bandeiras não resolvem saneamento, educação, saúde mental, violência, desemprego, desigualdade, inflação, moradia, ou qualquer outra dor concreta.

E aqui está a mensagem central que você pediu para ficar clara.

Política é mais do que ser a favor ou contra Lula, ou Bolsonaro, mais do que se declarar de direita ou de esquerda. Política é a prática de construir a vida comum orientada por justiça, lei, prudência e bem comum. DHnet+1

As cores que dividem o país se encontram à mesma mesa, trocando o confronto pela escuta atenta e civilizada. Sob a luz da "Ética a Nicômaco", o diálogo ressurge como a via essencial para superar os extremos da polarização nacional. A imagem lembra que, acima das paixões partidárias, a razão aristotélica pode guiar a busca pelo meio-termo virtuoso. É um retrato de esperança na capacidade humana de construir pontes e encontrar pontos de convergência em meio à divisão.
As cores que dividem o país se encontram à mesma mesa, trocando o confronto pela escuta atenta e civilizada. Sob a luz da “Ética a Nicômaco”, o diálogo ressurge como a via essencial para superar os extremos da polarização nacional. A imagem lembra que, acima das paixões partidárias, a razão aristotélica pode guiar a busca pelo meio-termo virtuoso. É um retrato de esperança na capacidade humana de construir pontes e encontrar pontos de convergência em meio à divisão.

Como sair da polarização sem virar “isentão”, um caminho prático

Muita gente teme que criticar a polarização seja o mesmo que “não ter posição”. Não é. Aristóteles não é neutro, ele tem critérios. O ponto é trocar fanatismo por prudência.

1) Troque o “time” por critérios

Em vez de “eu sou X”, experimente frases como.

  • “Eu apoio o que melhora a vida comum.”

  • “Eu critico o que viola a lei e a justiça.”

  • “Eu voto por propostas e resultados, não por idolatria.”

2) Pratique a política no nível do cotidiano

A política não nasce apenas em Brasília. Ela nasce onde você vive.

  • Conselho escolar, associação de bairro, grêmio, sindicato, coletivo local.

  • Audiência pública, orçamento participativo, conselhos de saúde, cultura e educação.

  • Fiscalização do vereador e do prefeito, que mexem diretamente na sua rua.

3) Discuta justiça com linguagem humana

O debate público costuma cair em dois extremos, tecnicismo frio, ou gritaria moral. Aristóteles propõe outra coisa, conversar sobre justo e injusto, útil e nocivo, com linguagem compartilhável. DHnet

Pergunte sempre.

  • Quem ganha, quem perde, e por quê.

  • Qual problema real isso resolve.

  • Qual custo e qual efeito colateral isso traz.

4) Defenda regras do jogo, mesmo quando doer

Se a lei é um antídoto contra a paixão, defendê-la é um ato político central. DHnet

Regra prática.

  • Se você só defende instituições quando te favorecem, você não defende instituições, você defende vantagem.

  • Se você quer “passar por cima” quando está com pressa, alguém vai passar por cima de você quando tiver força.

12 perguntas aristotélicas para ler notícias sem virar refém de ódio

Use como checklist quando ler sobre Lula, Bolsonaro, direita, esquerda, Congresso, STF, mídia, movimentos sociais, economia.

  1. Isso ajuda a cidade a “viver bem” ou só a vencer uma guerra simbólica. DHnet

  2. Qual é a finalidade pública desta proposta.

  3. Qual problema concreto ela resolve.

  4. Ela respeita leis e instituições, ou aposta em atalhos. DHnet

  5. Ela amplia justiça, ou concentra poder em poucos.

  6. Ela aumenta confiança social, ou semeia suspeita permanente. Pew Research Center

  7. Ela se sustenta com argumentos, ou só com memes e medo.

  8. Quem está falando ganha o quê com isso.

  9. Existe dado verificável, ou só narrativa inflamada.

  10. Como isso afeta os mais vulneráveis.

  11. Como isso afeta a convivência a longo prazo.

  12. Se o “outro lado” estivesse no poder, eu aceitaria essa regra do jogo.

Finalizando mais um artigo: Política como cuidado da casa comum

Aristóteles não nos dá um mapa eleitoral do Brasil. Ele nos dá algo mais valioso, um critério para não reduzir política a torcida. Se a cidade existe para viver bem, então a política deve ser julgada pela capacidade de produzir uma vida comum mais justa, mais virtuosa, mais estável, mais humana. DHnet

Em tempos de polarização, o gesto mais político pode ser o mais difícil, recusar o ódio como bússola, voltar ao debate de justiça, defender regras do jogo, cobrar propostas, e lembrar que nenhum líder vale mais do que a própria comunidade.

Citações e referências usadas para este artigo:

  • Aristóteles, A Política, p. 10, trecho sobre a cidade buscar o bem-estar, e o ser humano como “animal cívico”, e o papel da palavra para discutir justo e injusto, edição em PDF do DHnet. DHnet

  • Aristóteles, A Política, p. 39, trechos “A Cidade é uma sociedade… para viver bem”, e “O fim da sociedade civil é, portanto, viver bem”. DHnet

  • Aristóteles, A Política, p. 81 e p. 82, trecho sobre democracia não ser definida apenas como domínio da maioria, e distinções conceituais. DHnet

  • Aristóteles, A Política, p. 104, trecho sobre lei, paixão e a preferência por governo guiado por leis. DHnet

  • Pew Research Center, relatório com pesquisa nacional no Brasil sobre conflitos sociais percebidos e polarização partidária, 2024. Pew Research Center

  • Pew Research Center, recorte sobre avaliações de Lula e Bolsonaro e diferenças ideológicas, 2024. Pew Research Center

  • FGV, projeto Mídia e Democracia, análise sobre desinformação e polarização no debate público digital brasileiro, 2023. Mídia e Democracia

Tags: AristótelesBem ComumCidadaniaFilosofia PolíticaPolarização no Brasil
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Rafael Gama

Rafael Gama

Sou professor, escritor, logoterapeuta e psicanalista, com atuação nas áreas de Filosofia, Psicologia e Saúde Mental. Acredito que estudar é um caminho profundo de transformação interior e social, capaz de ampliar a consciência e fortalecer o sentido da vida. Sou defensor da Educação a Distância e atuo como tutor EAD no portal Educar para Transformar, onde desenvolvo conteúdos que integram conhecimento, espiritualidade e cuidado com a mente. Sou autor do livro Poesias, Reflexões e Autoconhecimento: Na Busca de Si Mesmo, no qual compartilho reflexões sobre existência, autoconhecimento e desenvolvimento humano.

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